Agronegócio
Produtores de algodão de MS são auxiliados para atingir produtividade
Fornecedora mundial auxilia produtores da BA e MS
A produtividade da cotonicultura brasileira evolui ano após ano, ajudando o país a se manter entre os cinco maiores produtores mundiais, com 2 milhões de toneladas, ao lado de China, Índia, Estados Unidos e Paquistão. “O Brasil tem figurado também entre os maiores exportadores mundiais, com mais de 1 milhão de toneladas. O cenário interno também é positivo e o país está entre os maiores consumidores mundiais de algodão em pluma”, explica Wladimir Chaga, presidente da Brandt do Brasil, subsidiária da norte-americana Brandt, uma das maiores fornecedoras mundiais de especialidades para a agricultura.
Sendo uma cultura muito produtiva em altas temperaturas, Bahia, Mato Grosso, Goiás e Mato Grosso do Sul são os líderes na produção nacional do algodão em pluma. De acordo com o representante técnico de vendas da Brandt, Eliezer Santana, a qualidade da fibra é definida 80% por genética e 20% pelo clima.
A Brandt do Brasil está presente há dois anos nos estados da Bahia, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul e já colhe resultados excepcionais em relação à produtividade do algodão nesses estados. Com o mesmo investimento por hectare e utilizando a mesma quantidade de nutrientes, produtores chegam a colher até 17% a mais de algodão em relação a tratamentos anteriormente utilizados nas propriedades. Um dos motivos é que a cultura precisa do elemento químico Boro, que deve estar não só presente na planta, mas ser capaz de se translocar para as estruturas de reprodução como o pólen da flor do algodoeiro.
O ciclo produtivo do algodão dura cerca de 150 dias. São quase 5 meses entre plantio e colheita e conforme a empresa os resultados do uso das tecnologias são bastante animadores em termos de produtividade e qualidade da fibra.