Os moradores de Campo Grande puderam notar a normalidade me ralação aos horários e frotas de ônibus na capital, medida assinado pelo prefeito Marquinhos Trad, para auxiliar pessoas que voltam ao trabalho nesta segunda-feira (06).

Uma das principais exigências para que esse retorno acontecesse era a proibição do transporte de passageiros em pé, ou seja, todos deveriam estar sentados dentro do ônibus para evitar superlotações, medidas que pretendem diminuir o impacto do coronavírus na cidade.

Muitos poderiam duvidar se essa medida seria cumprida sem causar transtornos na população, e talvez a consciência seja a chave para este dilema.

Uma mulher, que preferiu não se identificar, disse que foi ao centro pagar uma conta, mas na hora de decidir qual seria o meio de transporte, optou pelos aplicativos de caronas pagas, “eu sempre usei ônibus, mas hoje vim pelo aplicativo, porque assim eu corro menos risco e também deixo um espaço para os trabalhadores que vão precisar de verdade do transporte público”, alegou a cidadã.

Anderson Figueiredo, 27 anos, trabalha no centro de Campo Grande e disse ter ido ao trabalho utilizando o transporte público e infelizmente viu muitos idosos utilizado o meio, “o ônibus tá quase vazio, tinha bastante espaço sobrando, mas tinham bastante idosos, no ônibus que eu peguei e minha colega disse que no que ela pegou também”.

Uma idosa, 64 anos, que preferiu não dizer seu nome, disse em entrevista ao JD1 Notícias, disse ter ido ao centro em um ônibus com poucos passageiros, mas acredita que o transporte vai encher, “as pessoas ainda não estão atentas, porque ainda está voltando, mas uma hora vai encher, mas não pode tirar o ônibus, é um recurso da população, porque um vai no médico, outro vai trabalhar, então não pode tirar o ônibus”.