Uma “corrente”  contra fogos de artifício tem somado força nas redes sociais com intuito de conscientizar sobre os efeitos negativos que os explosivos causam em pessoas com autismo, animais de estimação, bebês e idosos que são os principais afetados pelos estampidos.

Em uma das postagens, o vídeo vem acompanhado de um texto apelativo que defende a causa. "Será que dá pra confiar que os fogos podem trazer sorte e ventura, na vida de quem os solta, sabendo toda dor, sofrimento e desequilíbrios ecológicos". Confira o vídeo abaixo: 

Em outro vídeo, a causa também é levantada por um pai de família que tem duas filhas com síndrome de down. No vídeo ele reforça a campanha #Nãoaosfogos que tradicionalmente é realizada todo final de ano. Confira o recado desse pai:

No Instagram, uma caixa de compartilhamento de fotos abriu espaço com o seguinte tema: "Poste a razão para NÃO soltar fogos de artifício" para que os usuários da rede social pudesse conscientizar os seguidores, além de alertar sobre os riscos causados. 

Queima de fogos 

Em Campo Grande já existe lei a respeito do assunto, justamente por esta causa, a Câmara de Vereadores da Capital flexibilizou a lei no começo de dezembro.

Atualmente, são permitidos os fogos indoor, por exemplo, os que imitam faíscas, sem efeito sonora explosivo, desde que esteja presente algum técnico especializado no manuseio.

Os estampidos é permitido apenas em área rural, desde que seja há 200 m de qualquer hospital ou área de preservação ambiental e há 100 metros de escolas em período letivo, postos de combustíveis, Asilo, Unidades de Saúde, Presídio ou lugares com produtos inflamáveis. 

Também é proibida a queima e soltura de fogos com nível de ruído 120 dBA (cento e vinte decibéis), à distância mínima de 100 metros de sua deflagração, assim como qualquer artefato pirotécnico de efeito sonoro acima deste limite