Após a apresentação de uma nova proposta para fazer o reajuste da Bolsa-Alimentação da Guarda Civil Metropolitana (GCM), o inicio da greve foi adiado para segunda-feira (14), caso o valor não seja aceito. Na próxima quinta-feira (10), o prefeito da Capital deve se reunir com o sindicado para debater o assunto.

O JD1 Notícias conversou com o presidente do Sindicato dos Guardas Civis Metropolitanos de Campo Grande, Hudson Pereira Bonfim, que explicou um pouco sobre o pedido feito pela categoria. “Dos R$ 900 pedidos de reajuste, ele ofereceu R$ 200, sendo que no valor solicitado já esta inclusa a periculosidade que deveria ter sido paga no inicio do ano e isso não aconteceu por causa da Lei de Responsabilidade Fiscal”, disse.

Ainda conforme Bonfim, a intenção da prefeitura era fazer o aumento linear da Bolsa-Alimentação para todas as categorias. “Ontem – segunda-feira (7) – o comando de greve, que conta com 30 guardas, estava reunido quando recebemos uma ligação do Marquinhos Trad, dizendo que estaria aberto ao dialogo com a categoria em uma reunião na quinta-feira para tentar resolver o assunto”, informou.

Com isso, o estado de greve continua mantido pelo sindicato, tendo a possibilidade de começar na próxima segunda-feira.  

Impasse – O debate com a categoria vem acontecendo desde o final de janeiro. Na tarde de ontem (7), uma publicação extra do Diogrande trouxe o reenquadramento de mais de 900 militares, quantidade acima da solicitada.

No entanto, a publicação do Diogrande não trouxe o reajuste da Bolsa-Alimentação, uma das exigências da categoria para que a greve não aconteça.