Cidade
Prefeitura estuda implementar sistema de bicicletas compartilhadas em Campo Grande
O método já é utilizado em grandes centros urbanos como São Paulo e Rio de Janeiro
A Prefeitura de Campo Grande avalia implementar o sistema de bicicletas compartilhadas, dando rumo à mobilidade sustentável para facilitar o ir e vir do cidadão. Para isso, a prefeita Adriane Lopes (PP), publicou no Diário Oficial desta quarta-feira (12), a criação de Grupo Técnico para estudo da viabilidade. Atualmente, Campo Grande tem empresas privadas que optam por investir neste ramo por conta própria.
O Grupo Técnico da prefeitura será composto por quatro membros titulares e igual número de suplentes, representantes do Poder Executivo municipal. Será um titular representando a Sugepe (Subsecretaria de Gestão e Projetos Estratégicos) e igual número de suplente; um membro titular representando a Agetran (Agência Municipal de Transporte e Trânsito) e igual número de suplente; membro titular representando a Planurb (Agência Municipal de Meio Ambiente e Planejamento Urbano) e igual número de suplente; e um membro titular representando a Semadur (Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Gestão Urbana) e igual número de suplente.
Além de reuniões e análise de projetos semelhantes, o GT já apresentou uma Minuta de Lei para implantar o sistema, que foi aprovada pelo Conselho Municipal de Desenvolvimento Urbano (CMDU). O próximo passo será encaminhar o documento para a Câmara Municipal. Após isso, é feito um Edital de chamamento e a abertura para consulta pública até a viabilização da contratação do serviço.
O projeto prevê diretrizes do sistema compartilhamento de bicicleta, serviço de compartilhamento de bicicletas, a tarifa de aluguel a ser cobrada, implantação das estações, fiscalização, sanções, entre outros detalhes.
Bicicletas compartilhadas
O sistema de compartilhamento de bicicletas já é utilizado em grandes centros urbanos como Amsterdam, Nova Iorque, Paris, Berlim, Santiago, Buenos Aires, Cidade do México e Barcelona. Já no Brasil, cidades como São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba, Belo Horizonte, Fortaleza, Recife, entre outras, que já desenvolveram programas similares, com benefícios comprovados pela população.
A mobilidade ativa é tida como de suma importância para transformação das cidades, tendo em vista seus diversos benefícios de curto, médio e longo prazo. Introduzir a bicicleta como modal de Transporte Público saudável e não poluente traz vantagens como redução do tráfego de veículos automotores; promoção de estilos de vida saudáveis, redução de CO2 e melhoria na qualidade de vida.
Além disso, reduz engarrafamentos e a poluição ambiental nas áreas centrais das cidades, e promove a humanização do ambiente urbano e a responsabilidade social das pessoas.
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