Esportes
Mano poderoso marca recuperação corintiana
A recuperação do Corinthians no Campeonato Paulista coroa a estratégia de Mário Gobbi de dar carta branca para Mano Menezes comandar a reformulação do time.
O treinador tem mais poderes do que seu antecessor no cargo. Durante a era Tite, havia maior debate entre o técnico e os diretores de futebol, Roberto de Andrade e Duílio Monteiro Alves.
Mas com a saída dos dois diretores, Ronaldo Ximenes passou a ocupar o cargo com a missão de viabilizar os pedidos do técnico, amigo e homem de confiança de Gobbi.
A principal demonstração do poder de Mano foi o esforço do clube para trazer Jadson, com quem o treinador sonhava. As boas atuações do meia, autor de dois gols nos 4 a 0 sobre o Linense consolidam a nova estrutura do futebol corintiano.
Outra prova de que os desejos de Mano são ordens é a renovação do contrato de Danilo até então descartada pela diretoria. Quando o jogador teve proposta para sair, o técnico disse à direção que não poderia perder um meia e foi atendido, não só com a permanência do veterano mas com a prorrogação de seu contrato.
Com o fortalecimento de Mano, Edu, dirigente remunerado, perdeu poder de decisão em questões técnicas, como em contratações de jogadores. O treinador tem autonomia, desde que seus planos se encaixem no bolso do clube. Edu não estava presente na reunião em que Mano começou a traçar mudanças drásticas no time com seus auxiliares na madrugada após a derrota para o Santos.
O treinador tem mais poderes do que seu antecessor no cargo. Durante a era Tite, havia maior debate entre o técnico e os diretores de futebol, Roberto de Andrade e Duílio Monteiro Alves.
Mas com a saída dos dois diretores, Ronaldo Ximenes passou a ocupar o cargo com a missão de viabilizar os pedidos do técnico, amigo e homem de confiança de Gobbi.
A principal demonstração do poder de Mano foi o esforço do clube para trazer Jadson, com quem o treinador sonhava. As boas atuações do meia, autor de dois gols nos 4 a 0 sobre o Linense consolidam a nova estrutura do futebol corintiano.
Outra prova de que os desejos de Mano são ordens é a renovação do contrato de Danilo até então descartada pela diretoria. Quando o jogador teve proposta para sair, o técnico disse à direção que não poderia perder um meia e foi atendido, não só com a permanência do veterano mas com a prorrogação de seu contrato.
Com o fortalecimento de Mano, Edu, dirigente remunerado, perdeu poder de decisão em questões técnicas, como em contratações de jogadores. O treinador tem autonomia, desde que seus planos se encaixem no bolso do clube. Edu não estava presente na reunião em que Mano começou a traçar mudanças drásticas no time com seus auxiliares na madrugada após a derrota para o Santos.