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Juiz mantém prisão de suspeito de feminicídio
O juiz titular da 1ª Vara do Tribunal do Júri de Campo Grande, Carlos Alberto Garcete de Almeida, negou nesta segunda-feira (12) o pedido de revogação da prisão preventiva de G.N.R., suspeito da morte de sua mulher.
A defesa do acusado pediu a anulação da prisão alegando a existência de constrangimento legal, pois a prisão em flagrante seria ilegal, arbitrária e nula. Além disso, argumentou a inexistência de indícios suficientes de ter sido G. N. R. o autor do crime.
Já o Ministério Público se manifestou favorável à manutenção da prisão, uma vez que estão presentes os fundamentos que a autorizam.
Os depoimentos colhidos comprovam que há elementos suficientes a indicar a possibilidade de ter sido ele o autor do delito. Em um dos depoimentos, um investigador de polícia afirma que testemunhas apontavam que o casal vinha tendo diversas brigas e que o suspeito é dependente químico. Outras testemunhas, vizinhas do casal, também apontam uma discussão com barulhos de pancadas no dia 26 de agosto, data provável da morte de Luana, e que logo depois não ouviram mais nada.
Caso
O acusado foi preso em flagrante no dia 31 de agosto, logo após os policiais terem tomado conhecimento do crime de homicídio praticado contra a vítima Luana de Campos Greco, sua companheira. Em audiência de custódia realizada no dia 2 de setembro, a prisão em flagrante foi convertida em preventiva.