Após a polêmica envolvendo a liberdade do policial rodoviário federal  Ricardo Hyun Su Moon, a Justiça acatou o pedido do MPE (Ministério Público Federal) e decretou a prisão preventiva dele. Ricardo matou a tiros o empresário Adriano Correia do Nascimento na madrugada do dia 31 de dezembro após uma discussão de trânsito. A medida foi concedida durante o plantão judicial, e o juiz autorizou que cópia da decisão fosse usada como mandado de prisão e Ricardo já estaria preso na sede do Garras na Capital.

A determinação foi dada pelo mesmo juiz quem deu a liberdade na última segunda-feira (2) explicando que ele não está voltando atrás, uma vez que  “deve ser esclarecido, para que fique bem claro e para que o conteúdo desta decisão não seja deturpado ou divulgado erroneamente por pessoas mal intencionadas, que não está havendo alteração ou revisão da decisão de f. 73-76, que concedeu a liberdade provisória ao representado Ricardo. Este magistrado não está "voltando atrás" e revendo o que já restou afirmado na decisão que concedeu a liberdade”, esclareceu.

Segundo a justiça o que está acontecendo são fatos normais de uma investigação, uma vez que “com a representação feita pelo Ministério Público e com a apresentação de novas provas e elementos objetivos, este juízo verificou a necessidade de ser decretada a prisão preventiva do indiciado Ricardo, para garantir que não haja qualquer tipo de contaminação ou influência na apuração dos fatos, para garantir a integridade da instrução criminal”.