Na tarde de domingo (20) os familiares dos presos pelo sequestro do menino Pedro Urbieta de Souza de 12 anos, realizaram um protesto em frente ao Palácio de Justiça da cidade de Pedro Juan Caballero.

Eles pediram justiça e a liberação imediata dos presos, alegam que seriam inocentes Gustavo Alberto Iturbe Valdez e Eunice Ojeda Sanchez, ambos eram funcionários da família de Pedro.

Segundo o PorãNews tanto a polícia brasileira como a polícia paraguaia e o promotor de justiça Samuel Valdez, afirmam que eles teriam participação no sequestro.

Sobre as prisões

Em uma operação comandada pelo promotor Samuel Valdez acompanhado de agentes do grupo antissequestro e polícia nacional do Paraguai junto aos homens do Garras de Mato Grosso do Sul e policiais civis de Ponta Porã, foram presos Cesar Esteban Ojeda Sanchez, 21 anos, Felipe Luis Samúdio, padrasto de César e que é funcionário de uma das empresas da família,  Vicente Ramão Pereira Arce, Gustavo Alberto Iturbe Valdez, também funcionário, Eunice Ojeda Sanchez, que é tia de Cézar e empregada doméstica na casa do avô da vitima e Américo Sanchez. 

Durante a operação foram apreendidos dispositivos móveis diretamente ligados ao fato, incluindo celulares na qual continham as negociações em que os autores estavam exigindo o pagamento para a liberação da vítima.

Os autores estão presos no Paraguai. 

Entenda o Caso 

Na manhã de quinta-feira, dia 17, Pedrinho foi sequestrado em Ponta Porã.

Pedro foi sequestrado por homens encapuzados que estavam em um gol branco de placa brasileira.

Por volta das 23h30min do mesmo dia, o sequestro do menino chegou ao fim, sendo que os sequestradores fizeram dois contatos no inicio da tarde. Os autores do sequestro sentiram a pressão das forças policiais que estavam empenhados em encontrar o cativeiro onde poderia estar o garoto e em um ato de surpresa levaram o garoto Pedrinho até a periferia da cidade de Pedro Juan Caballero onde o soltaram.