O corpo encontrado no final da tarde da quinta-feira (31), em um matagal da avenida Lúcio Coelho Martins, no bairro Tijuca, em Campo Grande, não era de Ana Carolina Martins Fursts, 19 anos, que continua desaparecida. O pai da jovem, Gilmar Fursts, chegou a ir ao Instituto de Medicina e Odontologia Legal (Imol), contudo, por meio de exames, foi comprovado que não se tratava de sua filha.

De acordo com a tia Avenilda Martins, as buscas pela sobrinha continuam. A informação éde  que Ana possa ter ido para o município de Ponta Porã ou para o estado de São Paulo, no entanto, antes de desaparecer, ela não informou o destino corretamente aos familiares.

“Estamos aflitos sem notícias. Ontem o pai foi ao IMOL ver se era o corpo dela, mas, graças a Deus, não era. Vamos continuar procurando. Como não sabemos ao certo o local para onde ela possa ter ido, estamos divulgando em todos os lugares, principalmente nas duas possibilidades. Mas está difícil”, disse a tia. 

Ana desapareceu no dia 17 de maio, quando entrou em contato por telefone com os pais e informou à mãe que iria para Ponta Porã, contudo, não contou se estaria acompanhada. Já para a tia, disse que viajaria para São Paulo. 

Corpo 

Na tarde de quinta-feira (31), o corpo de uma jovem ainda não identificada foi encontrado no bairro Tijuca, em Campo Grande. A vítima apresentava sinais de espancamento e violência sexual.

Conforme o boletim de ocorrência, a vítima que aparenta ter aproximadamente de 15 a 20 anos, foi encontrada por moradores da região. O rosto estava desfigurado e pedras com marcas de sangue foram localizadas próximo ao corpo.