O Hospital Adventista do Pênfigo emitiu uma nota declarando “que não compactua com qualquer atitude discriminatória”, após denúncias de intolerância religiosa, homofobia e racismo terem sido feitas ao Ministério Público do Trabalho em Mato Grosso do Sul (MPT-MS), contra a unidade Centro de Campo Grande

Conforme a nota, a instituição fez um acordo com o Ministério Público depois que inquérito civil constatou indícios de práticas discriminatórias de natureza religiosa e, em um dos casos, de cunho racial e sexual com uma das trabalhadoras, condutas caracterizadoras de assédio moral organizacional.

“A instituição reitera, ainda, que mesmo não reconhecendo nenhuma das práticas discriminatórias elencadas pelas denúncias feitas ao Ministério Público do Trabalho, optou por formalizar acordo judicial, de maneira proativa, reiterando o respeito à liberdade de seus funcionários e implementando mais práticas de prevenção e combate a todos os tipos de discriminação ou assédio’, e afirma que de seus 700 colaboradores, 60% deles não professam a religião adventista, ocupando os mais diversos cargos e funções, inclusive de liderança, ao contrário do que diz uma das denúncias.

Leia o posicionamento do Hospital na íntegra:

"O Hospital Adventista do Pênfigo (HAP) esclarece que não compactua com qualquer atitude discriminatória. Em seus 72 anos de atuação, sempre propagou a liberdade religiosa e combateu qualquer tipo de discriminação.

A instituição reitera, ainda, que mesmo não reconhecendo nenhuma das práticas discriminatórias elencadas pelas denúncias feitas ao Ministério Público do Trabalho, optou por formalizar acordo judicial, de maneira proativa, reiterando o respeito à liberdade de seus funcionários e implementando mais práticas de prevenção e combate a todos os tipos de discriminação ou assédio.

É importante salientar que a instituição conta hoje com mais de 700 colaboradores, sendo que 60% deles não professam a religião adventista, ocupando os mais diversos cargos e funções, inclusive de liderança. O Hospital reforça seu posicionamento e orientação de uma instituição com valores cristãos, na busca pela igualdade de atendimento tanto de seu público, quanto de seus funcionários, oferecendo tratamento cordial e respeitoso, lutando contra todo e qualquer tipo de desigualdade, discriminação e distinção".