O juiz Aluizio Pereira dos Santos, da 2ª Vara do Tribunal do Júri de Campo Grande, negou o pedido de liberdade de Luciano Henrique de Almeida, acusado de, em tese, atirar contra policiais militares que davam apoio a um oficial de Justiça durante o cumprimento de um mandado de busca e apreensão de um veículo financiado.

Segundo a decisão, Luciano responde a processo por cinco tentativas de homicídio qualificadas, que teriam ocorrido em 25 de abril de 2026. Três pessoas aparecem como vítimas: dois policiais militares e um oficial de Justiça.

Conforme a acusação citada pelo juiz, as vítimas correram risco de vida durante o cumprimento das funções. Ao analisar o pedido de liberdade, o magistrado afirmou que as evidências apresentadas não recomendam a soltura de Luciano. 

Para o juiz, há indícios de que, em liberdade, ele poderia voltar a causar entraves à ordem pública e à aplicação da lei penal. A decisão também aponta que condições pessoais favoráveis, como ser primário, ter bons antecedentes, endereço certo, trabalho lícito e compromisso de comparecer aos atos do processo, não são suficientes, por si só, para garantir a liberdade.

Diante disso, o juiz manteve a prisão preventiva e concluiu que não seria adequada a substituição por outras medidas cautelares.

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