Com 135 requerimentos na pauta, sendo 41 pedidos de convocação, 64 de quebras de sigilo e 26 de informação, a CPI pode votar amanhã (3) a convocação do Ministro da Defesa, Walter Braga Netto e a transferência dos sigilos telefônico, fiscal, bancário e telemático do deputado Ricardo Barros (PP-PR), líder do governo na Câmara.

Braga Netto pode ser chamado para depor a respeito de uma reunião realizada quando ainda era ministro-chefe da Casa Civil, no ano passado, a qual supostamente teria conduzido com o intuito de editar um decreto presidencial para alterar a bula da cloroquina.

Já Ricardo Barros pode ter os sigilos quebrados por causa dos indícios de suposto esquema de corrupção que rondam a compra da Covaxin, após seu nome ser mencionado pelo Presidente Jair Bolsonaro, de acordo com denúncia do deputado Luis Miranda (DEM-DF).