Nesta terça-feira (19), uma amostragem do Instituto Pesquisa Resultado – IPR mostra como anda a corrida eleitoral para a presidência da OAB/MS (Ordem dos Advogados do Brasil), no entanto, gerou polêmica após repercutir nos meios de comunicação.

Segundo certidão emitida (veja abaixo) a pesquisa divulgada hoje (19) não possuía registro perante a Comissão Eleitoral da entidade. A reportagem do JD1 Notícias entrou em contato com o advogado institucional que assinou a certidão da comissão da Ordem, Marcelo Nogueira, e ele informou que a pesquisa foi registrada após emissão da certidão.

“A publicação saiu antes do registro; quando fiz a certidão ainda não havia registro nenhum da pesquisa [do IPR] e a divulgação pela chapa antes é uma conduta vedada dentro da Ordem”, explicou Marcelo.

O advogado Felipe Ramos Baseggio, representante da chapa de Bitto Pereira na comissão eleitoral declarou que a pesquisa fere código eleitoral da entidade, uma vez que ela não foi registrada antes de sua divulgação pela chapa da concorrente.

“A pesquisa não foi registrada na comissão eleitoral, sendo divulgada pela chapa da Rachel. Essa é uma condição vedada pela legislação eleitoral da OAB. A consequência disso é a cassação da chapa”, afirma Felipe.

Agora, a Comissão Eleitoral da entidade vai decidir se a pesquisa, registrada após sua divulgação, vai ser validada ou se sairá do ar.  De acordo com Nogueira, ainda será nomeado um relator para tal causa.