Devido a pandemia do novo coronavírus, Mato Grosso do Sul apresenta índices abaixo do esperado e não alcança metas previstas pelo Programa Nacional de Imunizações, do Ministério de saúde. Poliomielite, sarampo, rubéola, tétano e coqueluche são alguns exemplos de doenças erradicadas.

A Gerente Técnica de Imunização, Ana Paula Rezende de Oliveira Goldfinger, da Secretária Estadual de Saúde, explica que essa falta de iniciativa dos pais é por medo do contágio do Covid-19. “Apesar dos raros casos, as doenças ainda existem, é essencial vacinar nossas crianças, as pessoas estão ponderosas em sair de casa, principamente em ir um uma unidade de saúde, se vacinar ou levar uma criança para vacinar, o governo do Estado desde o inicio, a gerencia estadual de vacinação, esteve em contato com os municípios, com as regionais de saúde, e eles estaõ recebendo os imunobiológicos normalmente, os serviços estão funcionando, não pararam em momento algum de vacinação, de imunização, nos sabemos da necessidade, da importância da imunização, principalmente nesse momento, onde nós estamos em busca de uma vacina, mas nós temos varías outras vacinas que não estão sendo usadas.

Ana Paula reforça que os profissionais de saúde foram capacitados para receber a população, adotando todas as medidas de seguranças necessárias. “Mesmo em tempo de pandemia, nós sabemos da dificuldade, do medo ás vezes de ir à unidade, mas a unidade tem profissionais que receberam capacitação, eles sabem como atender, o problema é não vacinar, principalmente as crianças, as unidades estão abertas para oferta das vacinas, o único modo de prevenção para que não retornem essas doenças é a imunização”, reforça.

As vacinas continuam sendo disponibilizadas normalmente nas Unidades Básicas de Saúde, Hospitais, Maternidades e no Centro de Referência de Imunobiológicos Especiais (Crie).