Saúde
Varíola dos macacos: Conheça os sintomas e prevenção da doença
Só nesta semana foram confirmados mais quatro casos na Capital
Novos casos de Monkeypox estão se espalhando em vários países e na Capital somente esta semana foram confirmados quatro casos da doença que é popularmente conhecida como varíola dos macacos. Diante da situação a Secretaria Municipal de Saúde (Sesau) alerta a população para os riscos sintomas e formas de prevenção.
Ao todo são cinco casos confirmado em Campo Grande até o momento, no entanto, oito suspeitas foram notificadas, nas quais, dois foram descartados e um ainda está em investigação.
A condição é provocada por um vírus da mesma família que a varíola, sendo assim se caracteriza por se tratar de uma doença de fácil contágio feito por gotículas salivares, ou contato direto com a secreção que sai das bolhas que se espalham pela pele.
Os sintomas são febre alta e de início súbito, inchaço dos gânglios nas regiões cervical, axilar e pélvica, dores de garganta e posteriormente o aparecimento de vesículas na pele.
Em Campo Grande, em todos os casos confirmados os pacientes cumpriram o isolamento em ambiente domiciliar, e apenas um dos pacientes passou um período de quatro dias em internação devido à uma suspeita de Síndrome Respiratória Aguda Grave, associada ao quadro de suspeita da Monkeypox.
Prevenção
A prevenção ao contágio acontece por medidas básicas de higiene e evitando o compartilhamento de itens pessoais, como lençóis, talheres, toalhas, roupas ou outros itens que possam ter entrado em contato direto com as vesículas ou secreções do paciente.
“Há também a orientação da Organização Mundial de Saúde para que, aquelas pessoas que possuam muitos parceiros sexuais ou não tenham um parceiro fixo, reduzam este número, uma vez que há comprovações também que a doença seja sexualmente transmissível”, completa o secretário.
Para os casos suspeitos ou confirmados, há ainda a orientação sobre o uso de máscaras, evitando assim a dispersão do vírus através de gotículas e da saliva. As unidades públicas de saúde do município já estão orientadas sobre o fluxo de atendimento e os profissionais capacitados a identificar os casos suspeitos da doença.
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