Menu
Menu
Busca domingo, 15 de março de 2026
Sebrae Delas - Mar26
Economia

Inflação projetada pelo mercado financeiro sobe para 7,19%

13 junho 2016 - 07h31Agência Brasil

A projeção de instituições financeiras para a inflação, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), este ano, subiu pela quarta vez seguida, ao passar de 7,12% para 7,19%. Para 2017, a estimativa é mantida em 5,50% há quatro semanas. As projeções fazem parte de pesquisa feita todas as semanas pelo Banco Central (BC) e divulgada às segundas-feiras.

As estimativas estão acima do centro da meta de inflação de 4,5%. O limite superior da meta de inflação é 6,5%, este ano e 6% em 2017. É função do Banco Central fazer com que a inflação fique dentro da meta. Um dos instrumentos usados para influenciar a atividade econômica e, consequentemente, a inflação, é a taxa básica de juros, a Selic.

Quando o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central aumenta a Selic, o objetivo é conter a demanda aquecida, e isso gera reflexos nos preços, porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Já quando o Copom reduz os juros básicos, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, mas a medida alivia o controle sobre a inflação.

Juros

O BC tem que encontrar equilíbrio ao tomar decisões sobre a taxa básica de juros, de modo a fazer com que a inflação fique dentro da meta estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional. Na semana passada, o Copom decidiu manter a taxa Selic em 14,25% ao ano por considerar que a inflação acumulada em 12 meses é alta e as expectativas para o índice de preços estão distante da meta. Por isso, o comitê disse que não havia espaço para redução da taxa básica.

A mediana (desconsidera os extremos nas projeções) das expectativas das instituições financeiras para a Selic, passou de 12,88% para 13% ao ano, ao final de 2016, e segue em 11,25% ao ano, no fim de 2017.

A estimativa de instituições financeiras para a queda do Produto Interno Bruto (PIB), soma de todos os bens e serviços produzidos no país, foi alterada de 3,71% para 3,60%. Para 2017, a estimativa de crescimento passou de 0,85% para 1%.

A projeção para a cotação do dólar ao final de 2016 caiu de R$ 3,68 para R$ 3,65. Para 2017, a estimativa passou de R$ 3,85 para R$ 3,81.

Reportar Erro
Unimed Seu Sim Muda Tudo - Mar26

Deixe seu Comentário

Leia Também

Fernando Haddad
Economia
Economia pode crescer 1% no primeiro trimestre, diz Haddad
Combustível sobe a partir deste sábado
Economia
Governo prioriza abastecimento e segurar preço do diesel, diz Alckmin
Refinaria Abreu e Lima (RNEST), da Petrobras
Economia
Petrobras aprova adesão ao programa do governo para baratear diesel
O setor de Serviços foi responsável por mais de metade dos registros
Economia
Setor de serviços cresce 0,3% em janeiro e volta ao nível recorde
Agência do INSS
Economia
INSS alerta para golpe com aplicativo falso de reembolso
Lula zera imposto e subsidia diesel para conter alta do petróleo
Economia
Lula zera imposto e subsidia diesel para conter alta do petróleo
Inflação recuou no geral
Economia
Inflação oficial recua para 3,81%, com variação de 0,7% em fevereiro
Comércio de rua é um dos mais que abrem no país
Economia
Vendas no comércio crescem 0,4% em janeiro e igualam patamar recorde
Foto: Divulgalção
Cidade
Engenheiro reforça protagonismo da alvenaria tradicional frente à construção industrializada
Foto: Divulgação
Economia
Indústria lidera geração de empregos e concentra 67% das vagas em MS

Mais Lidas

Crime aconteceu no Portal da Lagoa, em Campo Grande
Polícia
Jovem é assassinado a tiros na frente de casa em bairro de Campo Grande
Elizangela Arce Correa não sobreviveu ao ataque
Justiça
Assassinato brutal de mulher no Los Angeles: réus são absolvidos e crime fica impune
Douglas Alves Mandu - Foto: Reprodução / Redes Sociais
Justiça
Justiça concede medida protetiva a menina estuprada por pastor com cargo na prefeitura
Agência do INSS
Economia
INSS alerta para golpe com aplicativo falso de reembolso