Esportes
Sem brilhar em 185min com Felipão, Lucas perde espaço para Bernard
Antes apontado como nome certo na Copa do Mundo de 2014 e símbolo da renovação ao lado de Neymar, Lucas ainda não engrenou na Seleção Brasileira e luta contra a perda de espaço com Luiz Felipe Scolari. Para não cair no ostracismo e manter-se entre as apostas do técnico, o meio-campista do PSG precisa mostrar trabalho e aproveitar as chances dadas pelo treinador. Contra a Austrália, no próximo sábado, em Brasília, ele deve começar no banco mesmo com a ausência de Hulk por lesão.
Ao todo, Lucas jogou 185 minutos em seis confrontos desde que Felipão estreou em fevereiro de 2013, contra a Inglaterra, mas nunca como titular. Coincidentemente o meio-campista completou naquela partida em Londres seu recorde de tempo em campo com o técnico: todo o segundo tempo. Desde então, o presença do meia caiu gradativamente até cair a zero nas três últimas partidas da Copa das Confederações.
Lucas voltou a ser utilizado por Felipão em 31 minutos do amistoso diante da Suíça em agosto, mas pouco fez. A perda de espaço do jogador é justificada pela falta de brilho durante as partidas em que teve oportunidade. Pela Seleção principal, o jogador tem como duelo mais lembrado a vitória diante da Argentina no Superclássico das América de 2011, em Belém. As duas seleções jogaram desfalcadas de quem atua no exterior, o que na época significava 90% do time principal argentino.
No primeiro treino treinamento realizado em Brasília na última quarta-feira, Felipão indicou que Lucas continuará no banco de reservas. Bernard começou a atividade como titular no lugar de Hulk, justamente na posição em que o ex-são-paulino se destacou, como atacante aberto pela direita. Quando fez novos testes, Alexandre Pato substituiu o ex-atleticano para formar a dupla de ataque com Jô.
A queda de Lucas coincide com a ascensão de Bernard. Surpresa da convocação para a Copa das Confederações, o meia ganhou elogios pela “alegria nas pernas”e recebeu uma chance contra a Itália. Agradou tanto que, quando o Brasil estava em dificuldades contra o Uruguai, Felipão recorreu ao caçula do time, utilizado também na decisão diante da Espanha.
A pressão em cima de Lucas é ainda maior por causa da concorrência na posição. Felipão já disse que vai observar William, contratado a peso de ouro pelo Chelsea, e Kaká tentará se reerguer no Milan a tempo de garantir sua vaga. Enquanto isso, Lucas vive um momento de adaptação ao novo técnico do PSG, Laurent Blanc.
Ao todo, Lucas jogou 185 minutos em seis confrontos desde que Felipão estreou em fevereiro de 2013, contra a Inglaterra, mas nunca como titular. Coincidentemente o meio-campista completou naquela partida em Londres seu recorde de tempo em campo com o técnico: todo o segundo tempo. Desde então, o presença do meia caiu gradativamente até cair a zero nas três últimas partidas da Copa das Confederações.
Lucas voltou a ser utilizado por Felipão em 31 minutos do amistoso diante da Suíça em agosto, mas pouco fez. A perda de espaço do jogador é justificada pela falta de brilho durante as partidas em que teve oportunidade. Pela Seleção principal, o jogador tem como duelo mais lembrado a vitória diante da Argentina no Superclássico das América de 2011, em Belém. As duas seleções jogaram desfalcadas de quem atua no exterior, o que na época significava 90% do time principal argentino.
No primeiro treino treinamento realizado em Brasília na última quarta-feira, Felipão indicou que Lucas continuará no banco de reservas. Bernard começou a atividade como titular no lugar de Hulk, justamente na posição em que o ex-são-paulino se destacou, como atacante aberto pela direita. Quando fez novos testes, Alexandre Pato substituiu o ex-atleticano para formar a dupla de ataque com Jô.
A queda de Lucas coincide com a ascensão de Bernard. Surpresa da convocação para a Copa das Confederações, o meia ganhou elogios pela “alegria nas pernas”e recebeu uma chance contra a Itália. Agradou tanto que, quando o Brasil estava em dificuldades contra o Uruguai, Felipão recorreu ao caçula do time, utilizado também na decisão diante da Espanha.
A pressão em cima de Lucas é ainda maior por causa da concorrência na posição. Felipão já disse que vai observar William, contratado a peso de ouro pelo Chelsea, e Kaká tentará se reerguer no Milan a tempo de garantir sua vaga. Enquanto isso, Lucas vive um momento de adaptação ao novo técnico do PSG, Laurent Blanc.