Esportes
Gandula não podia comemorar gol, diz procurador
O gandula e também goleiro do Comercial, Tadeu Kutter Júnior, que foi agredido no fim do jogo contra o Operário, ocorrido no domingo (18), não poderia ter comemorado o gol do colorado.
De acordo com o procurador Wilson dos Anjos, Tadeu agiu de forma inadequada. Em entrevista ao JD1 Notícias, o procurador disse que, ao comemorar o gol, o gandula foi ao banco de reserva do Operário para comemorar e os jogadores do time adversário não gostaram dando início a confusão.
“Pelo regulamento, ele tem que agir de forma imparcial na partida”, informou Wilson que ressaltou ainda que o auxiliar tem que agir com ética.
Todos os envolvidos na confusão foram julgados na noite de quinta-feira (1º), pelo Tribunal de Justiça Desportiva. Tadeu ficará suspenso por 30 dias pela atitude.
Outros três jogadores que foram denunciados, os clubes, Comercial e Operário e o Massagista, também foram julgados ontem.
Os jogadores Jeferson Reis, autor do espancamento, e o lateral do Comercial, Jeferson Baré, que aparece nas imagens dando uma voadora em Reis, receberam suspensão. Reis ficará suspenso por 12 jogos e Baré por 8. O terceiro jogador envolvido Rodrigo Gral, foi absolvido.
Os clubes foram multados. O Comercial terá que pagar R$ 2 mil e o Operário R$ 1 mil. O massagista Raul Prazeres foi suspenso por 12 jogos por também agredir o gandula.
Segundo o procurador, a Justiça Desportiva julga os envolvidos como atletas e gravidade dos casos, por isso, a punição suspensão dos jogos e não prisão.