O Pantanal de Mato Grosso do Sul tem 9 milhões de hectares, correspondendo a 65% do total da região pantaneira que ainda se estende ao Mato Grosso, ao Paraguai e à Bolívia e é exatamente na fronteira, onde os brigadistas lutam para impedir a entrada dos incêndios.
De acordo com o boletim da Operação Pantanal desta terça-feira (10), militares atuam no Paraguai Mirim, região em Corumbá para evitar que o fogo vindo da Bolívia adentre ao território nacional.
Já no Porto Índio, também na Cidade Branca, desde sexta-feira, militares realizam ações de contenção e enfrentamento do fogo, para evitar que o foco ultrapasse a área de fronteira com a Bolívia.
Devido a região de morraria, focos na vegetação próximo à MS-228 em Corumbá são monitorados juntamente com uma equipe da mineradora.
Em Miranda os combatentes seguem em três frentes distintas (Salobra, Betione e Retiro Chora), com reforço na região do Salobra devido ao risco à comunidade ribeirinha.
Na região de Piraputanga em Aquidauana os militares realizaram o combate e conseguiram extinguir os focos de incêndio.
O combate aos focos permanecem em solo com o apoio da aeronave Air Tractor do Corpo de Bombeiros Militar no Parque Estadual das Várzeas do Rio Ivinhema em Naviraí.
Em Costa Rica os focos estão confinados numa região de serra, a guarnição permanece no combate para a proteção das propriedades rurais em seu entorno.
Em São Gabriel do Oeste o combate continua na região que é uma área de difícil acesso. As ações estão direcionadas para manter confinados os focos evitando maiores danos ao território.
A Região do pantanal de Porto Murtinho enfrenta chamas de diversos focos, os militares in loco continuam as ações de combate de forma direta e indireta para extinguir as chamas.
Regiões que seguem em monitoramento por drones e satélites: Aparecida do Taboado, Água Clara, Nabileque - Corumbá e Chapadão do Sul
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