O Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul (TJMS) inaugurou, em Nova Andradina, o Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc). Com a nova unidade, o Estado passa a contar com 17 centros em funcionamento, ampliando a oferta de alternativas consensuais para a resolução de conflitos.

No novo centro, mediadores e conciliadores capacitados conduzirão sessões nas quais as próprias partes poderão buscar soluções para suas divergências. O atendimento favorece a construção de acordos, oferece uma alternativa ao ajuizamento de ações e possibilita a resolução de conflitos que já tramitam na Justiça.

“Esta instalação representa um dos compromissos que assumimos para o biênio: ampliar a rede de Cejuscs e fortalecer a cultura da consensualidade em MS. Em abril, determinamos a criação de quatro novos centros e chegamos a 18 unidades criadas, sendo 17 já instaladas, passando a contar com essa estrutura em todas as comarcas-sede de circunscrição”, afirmou o presidente do Tribunal, desembargador Dorival Renato Pavan, após assinar a ata de instalação.

“Não estamos apenas criando uma nova unidade do Poder Judiciário. Estamos abrindo novas portas para o diálogo, para a cidadania e para a pacificação social. Que este espaço seja reconhecido pela comunidade como um lugar de acolhimento, entendimento e construção de soluções”, completou Pavan.

A solenidade contou com a participação do vice-prefeito de Nova Andradina, de lideranças políticas e de representantes da Amamsul, do Ministério Público, da Defensoria Pública e da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB/MS).

A coordenação do Cejusc ficará a cargo do juiz Túlio Nader Chrysostomo. Durante a solenidade, o magistrado explicou que os centros integram um modelo de Justiça que oferece diferentes caminhos para o tratamento das demandas, sem depender exclusivamente de decisões judiciais.

“O Judiciário vem se transformando nos últimos tempos, tem aumentado a oferta de serviços e deixou de ser apenas um órgão prolator de sentenças para solucionar litígios. Ele passou a ser um órgão de múltiplas portas, como a gente fala hoje. O Cejusc vem como mais uma porta de acesso ao Judiciário, para não resolver litígios, mas para resolver conflitos”, afirmou.

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