A economia é uma ciência empírica. Suas condicionantes são fabricadas no seio da sociedade.

Os problemas submersos virão à tona. Por isso suas receitas são claras apesar de uma relativa indefinição.

O ajuste fiscal é uma necessidade premente devido erros clássicos da administração pretérita.

A política de credito, assim como a desoneração fiscal excessiva provocou um endividamento familiar massacrante e uma quebra da federação.

Com a divida publica nas alturas, houve necessidade de reaver superávit.

Ou o Brasil paga os juros convenientemente ou sua credibilidade com os credores vai esvaindo brutalmente.

A política ortodoxa nos leva ao raciocínio lógico, mas nos deixa uma receituário dúplice.

A heterodoxia é uma arte que entranha no campo da incerteza, deixando pelo caminho uma lógica inconclusiva.

As políticas estruturais ou desenvolvimentistas são os dois leitos em que deságuam a economia. Uma exclui a outra. São caminhos paralelos e não aplicável mutuamente. Ambas trazem soluções e imperfeições.

A política estrutural contemporânea é de visibilidade notória. De aplicabilidade complicada que precisa de uma adaptação a realidade mais sofrida nos leva a resultados futuros comprometidos com o êxito.

De aplicabilidade que delineia a paciência da população, a política estrutural tem uma posologia mais amarga, porém um prognostico mais comprometido com o sucesso.

O