Na manhã desta segunda-feira (20), o delegado Carlos Delano, junto da diretora da Coordenadoria Geral de Pericias (IALF) Josemirtes do Prado, falaram sobre a ossada achada em março de 2020, próximo a BR-163, em Campo Grande. A identificação só foi possível por conta da campanha de coleta de dados dos familiares de desaparecidos, que aconteceu este ano.

A vítima, era um homem de 53 anos, com histórico de abuso de álcool, que teria saído de casa em 21 de fevereiro de 2020, sendo encontrado no dia 7 de março. O laudo não apontou violência como causa da morte, o delegado disse que não existe uma evidencia explicita que se possa apontar como causa da morte.

“Se não fosse essa ferramenta tecnológica, nós dependeríamos dos métodos tradicionais. Como se alguém viu a pessoa chegando ao local, dependeríamos de câmeras. Encurtando o caminho, é possível levar uma resposta a vítima”, comenta Delano.

Josemirtes falou sobre como funciona a identificação pelo sistema de desaparecidos. “Todo achado de cadáver ou ossada é levada para o IMOL, onde é feita a coleta de amostras de DNA, após ser feito o perfil, podemos encaminhar para o banco de dados que é alimentado a nível nacional”, explica.