Polícia
Mulher que escravizava funcionários é autuada em R$ 36 mil
O crime aconteceu em 2013 na cidade de Porto Murtinho
A fazendeira, agricultora e o administradora de sua propriedade na cidade de Porto Murtinho, na fronteira com o Paraguai, foi multada em R$ 36 mil por um Tribunal Federal por submeter oito trabalhadores a condições semelhantes de escravidão. O crime ocorreu no ano de 2013. Ângela de Castro Cunha Fachini, dona da fazenda, e Pedro Cunha Fachini, ainda foram condenados a prestar dois anos e quatro meses de serviços à comunidade.
De acordo com o site Dourados News, os agricultores Ângela de Castro Cunha Fachini e Pedro Cunha Fachini também foram condenados a dois anos e quatro meses de serviço comunitário.
Um terceiro suspeito do suposto crime de recrutamento de trabalhadores foi absolvido depois que se descobriu que ele e sua esposa também viviam em condições insalubres como outros trabalhadores, sem camas, banheiros e sem água potável em barracos de lona.
A sentença é do juiz Luiz Iamassaki Fiorentini, da 5ª Vara Federal de Campo Grande. Na decisão, o juiz salientou que não restavam dúvidas sobre a prática de crime, diante da descrição apresentada pelos fiscais do Ministério do Trabalho e dos policiais militares que participaram do resgate das vítimas, quanto às condições em que os trabalhadores foram encontrados.