Dinheiro não falta!
Adriane deve receber R$ 411 milhões de Lula para melhorar ruas da Capital
Investimento será para melhorar as condições das ruas, o fluxo de veículos e a segurança no trânsito
Campo Grande teve aprovado um financiamento de R$ 411,73 milhões para obras de qualificação viária. A proposta foi selecionada pelo Ministério das Cidades e prevê intervenções para melhorar as condições das ruas, o fluxo de veículos e a segurança no trânsito da Capital.
Além de Campo Grande, os recursos contemplam Aquidauana e Anastácio. Juntas, as três cidades de Mato Grosso do Sul somam mais de R$ 437 milhões em financiamentos para projetos de infraestrutura e desenvolvimento urbano.
Em Aquidauana, foram selecionados R$ 15,5 milhões para modernização tecnológica urbana, com foco em ferramentas para aprimorar o planejamento e a gestão municipal. Já Anastácio terá R$ 10,52 milhões destinados à reabilitação de áreas urbanas e à melhoria da infraestrutura de espaços já consolidados.
Os projetos foram selecionados em programas federais de desenvolvimento urbano e mobilidade, com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e intermediação da Caixa Econômica Federal. A seleção permite que os municípios avancem na formalização dos contratos para execução das propostas.
Campo Grande
A Capital tem enfrentado sérios problemas com os buracos na cidade enquanto a prefeitura tem neglicenciado a situação. Inclusive, a Câmara Municipal de Campo Grande entregou ao secretário municipal de Infraestrutura e Serviços Públicos, André de Moura Brandão, um Plano Emergencial de Recuperação Viária com metas, prazos e mecanismos de fiscalização para melhorar as condições das ruas e avenidas da Capital. O documento foi apresentado nesta terça-feira (27), durante sabatina do secretário no plenário da Casa de Leis, convocada para esclarecer as medidas adotadas pela Prefeitura diante das reclamações sobre o serviço de tapa-buracos.
Ainda nesta mesma sessão, ao prestar esclarecimentos sobre serviços de tapa-buracos nas ruas de Campo Grande, o secretário municipal de Infraestrutura e Serviços Públicos afirmou que 53% das vias da Capital não são mais compatíveis com os serviços superficiais, pois já ultrapassaram o prazo de vida útil.