Em fevereiro deste ano, o índice de famílias com dívidas, ou seja, compromissos parcelados, atingiu 60,8% em Campo Grande, o maior desde maio do ano passado, conforme dados da CNC (Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo).
“É importante diferenciar o endividamento da inadimplência. São consideradas dívidas cheques pré-datados, cartões de crédito, carnês de lojas, empréstimo pessoal, prestações de carro e seguros, por exemplo, o aumento do endividamento é um sinal também de movimentação do comércio”, explica o presidente do Instituto de Pesquisa e Desenvolvimento da Fecomércio-MS (IPF-MS), Edison Araújo.
Informaram ter contas em atraso 32,4% dos entrevistados, índice que permaneceu estável em relação a janeiro, mas desta vez 13,8% mencionaram que não terão condições de pagar, frente a 14,6% no mês anterior.
Considerando somente o universo de endividados, 53,3% informam ter contas em atraso e, destes, 42,6% não sabem se terão condições de pagar.
Quanto ao tipo de dívida, prevalece o cartão de crédito, citado por 65,7%, seguido dos carnês, 24,9% e financiamento de carro 14,3%.
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