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Economia

Trabalho formal aumenta no setor privado em 2013

18 janeiro 2014 - 10h19Via Portal Brasil
O número de trabalhadores do setor privado com carteira assinada aumentou de 75,5% primeiro semestre de 2013 para 76,4% no segundo trimestre do ano passado, de acordo com a primeira divulgação da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Os dados foram divulgados nessa sexta-feira (17).

Seguindo a mesma tendência, houve redução dos trabalhadores sem carteira no setor privado em relação a igual período de 2012, passando de 24,5% para 23,6% no segundo trimestre de2013. A nova pesquisa abrange dados mais amplos sobre o emprego em 3.500 municípios e será divulgada a cada três meses.

A partir de 2015, a nova pesquisa substituirá a Pesquisa Mensal de Emprego (PME), do IBGE, que abrange apenas seis regiões metropolitanas, e também a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), que busca informações referentes apenas ao mês de setembro de cada ano.

Taxa de desocupação ficou menor no Brasil
A taxa de desocupação no Brasil ficou em 7,4% no segundo trimestre de 2013, com leve queda em relação ao verificado no mesmo trimestre de 2012, quando a taxa de desemprego foi de 7,5%. No primeiro trimestre de 2013, a taxa tinha sido de 8,0%. Em junho, desemprego era de 6%, segundo Pesquisa Mensal de Emprego.

A população desocupada no Brasil (7,3 milhões de pessoas) caiu em relação ao trimestre anterior (7,8 milhões). Em relação ao segundo trimestre de 2012, manteve-se estável. Já a população ocupada passou de 89,4 milhões no primeiro trimestre de 2013 para 90,6 milhões no segundo trimestre, acima dos 89,6 milhões do segundo trimestre de 2012. No segundo trimestre de 2012, a população desocupada se manteve em 7,3 milhões.

Esses são os primeiros dados da taxa de desocupação com periodicidade trimestral para todo o território nacional da Pnad Contínua que abrangem Brasil e grandes regiões, desde o início de 2012 até o primeiro semestre de 2013.

Os números mostram que 90,6 milhões de pessoas tinham alguma ocupação no segundo trimestre de 2013, contra os 89,4 milhões no trimestre anterior. No segundo trimestre de2012, a população ocupada somava 89,6 milhões de pessoas.

Nível da ocupação se mantém estável no período pesquisado
O nível da ocupação (percentual de pessoas de 14 anos ou mais de idade ocupadas) no Brasil, no segundo trimestre de 2013, foi estimado em 56,9%. Esta estimativa não apresentou variação estatisticamente significativa em relação ao primeiro trimestre de 2013, quando era 56,3%. Frente ao segundo trimestre de 2012 (57,1%), também apresentou estabilidade.

No cenário regional, foram verificadas diferenças de patamares do nível da ocupação no segundo trimestre de2013. A região Sul (61,6%) e a Centro-Oeste (61,3%) foram as que apresentaram os maiores percentuais de pessoas trabalhando entre aquelas em idade de trabalhar. A região Nordeste apresentou o menor nível da ocupação, 50,5%.

As análises apontaram diferenças no nível da ocupação entre homens e mulheres. No segundo trimestre de 2013, o nível da ocupação foi estimado em 68,7% para os homens e 46,2% para as mulheres. Este comportamento diferenciado do nível da ocupação entre homens e mulheres foi verificado nas cinco grandes regiões.

O nível da ocupação dos adultos foi estimado em 75,1% para aqueles com25 a39 anos de idade e 69% para o grupo de 40 a 59 anos de idade. Para os jovens de18 a24 anos de idade esta estimativa era 58,2%.

Para o grupo de14 a17 anos de idade esta estimativa foi 17,5%, enquanto que para os idosos, 60 anos ou mais de idade, 22,3%.

Em geral, as análises mostraram que os grupos das pessoas com níveis de instrução mais altos apresentaram níveis de ocupação mais elevados. Destaca-se, ainda, que, no segundo trimestre de 2013, aproximadamente um terço daquelas sem nenhuma instrução estavam trabalhando. No grupo das pessoas com nível superior completo, o nível da ocupação chegou a 79,6%.

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