O Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS) identificou sete pontos de ignição que causaram aproximadamente 12.387 hectares de incêndios florestais no Pantanal entre maio e junho de 2024, durante o período de emergência ambiental. O MPMS, através do Núcleo de Geotecnologias (NUGEO), está investigando as causas, buscando identificar os responsáveis e promovendo a responsabilização, se necessário. Essas ações fazem parte do Programa "Pantanal em Alerta", que também tem como objetivo realizar trabalho preventivo em propriedades e locais onde os incêndios têm início.
No levantamento de cicatrizes de incêndios no Bioma Pantanal, 8.836 hectares estão localizados em Mato Grosso do Sul e 3.550 hectares em um país vizinho. Os sete pontos de ignição inicial foram encontrados em seis imóveis rurais e uma área sem cadastro no Cadastro Ambiental Rural (CAR), atingindo cerca de vinte propriedades rurais no Pantanal Sul-mato-grossense.
As áreas afetadas ainda enfrentam a propagação dos incêndios, e as autoridades estão em alerta máximo, fazendo esforços contínuos para combater as chamas e minimizar os danos ambientais. Após a vistoria da Polícia Militar Ambiental, os relatórios serão encaminhados às Promotorias de Justiça competentes para que sejam tomadas as providências necessárias.
JD1 No Celular
Acompanhe em tempo real todas as notícias do Portal, clique aqui e acesse o canal do JD1 Notícias no WhatsApp e fique por dentro dos acontecimentos também pelo nosso grupo, acesse o convite.
Tenha em seu celular o aplicativo do JD1 no iOS ou Android.
Reportar ErroDeixe seu Comentário
Leia Também

Lula diz que vai indicar novamente Messias ao STF

Justiça mantém preso motorista acusado de matar criança e idosa em acidente na Capital

Integrantes do PCC vão a júri popular por 'tribunal do crime' em Três Lagoas

Justiça nega soltar investigada por ataque que matou criança no Noroeste

TJ e Governo alinham detalhes da 3ª Caminhada 'Todos Por Elas' em Campo Grande

TJ cria ferramenta após escritório de Campo Grande tentar manipular IA com comandos ocultos

Acusado de participação em assassinato no Danúbio Azul vai a júri popular nesta sexta

Acusado de matar corredora diz não ter renda e joga culpa na vítima para não pagar pensão

TJMS endurece regras e exige investigação social prévia de novos estagiários e servidores







