Nota
Com policiais na mira por trabalhar para o crime, PCMS diz que fez "correição"
Instituição afirma que possíveis irregularidades já eram investigadas internamente
Com policiais civis e até delegados na mira de investigações por suspeita de utilizar os cargos públicos e a estrutura estatal para atuar em benefício de organizações criminosas e facções, a Polícia Civil de Mato Grosso do Sul (PCMS) afirmou ser "inadmissível qualquer utilização da função pública, da estrutura policial ou dos instrumentos destinados ao combate à criminalidade para a prática de ilícitos".
Em nota à imprensa, a instituição informou que as possíveis irregularidades relacionadas aos fatos investigados pelo Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco), no âmbito da Operação Infiltrados II, já eram objeto de apuração interna pela Corregedoria-Geral da Polícia Civil há aproximadamente quatro meses, por meio de Inquérito Policial e Procedimento Administrativo Disciplinar (PAD).
Segundo a PCMS, desde o início das apurações foram adotadas medidas administrativas e correcionais, incluindo adequações de procedimentos operacionais, remoções de servidores e realização de correição extraordinária na unidade policial. As medidas tinham como objetivo identificar eventuais irregularidades, apurar responsabilidades e fortalecer os mecanismos de controle interno.
Nesta quinta-feira (5), a Corregedoria-Geral acompanhou o cumprimento das medidas judiciais de prisão preventiva e de busca e apreensão realizadas pelo Gaeco no âmbito da operação, reafirmando a cooperação institucional com os órgãos responsáveis pela investigação.
A Polícia Civil informou que as apurações internas terão continuidade, com a adoção de todas as medidas administrativas e disciplinares cabíveis, sem prejuízo da colaboração com as autoridades competentes para o completo esclarecimento dos fatos.
Ao final da nota, a instituição reafirmou seu compromisso com a legalidade, a integridade institucional e a transparência. Também assegurou que eventuais desvios de conduta serão rigorosamente apurados e tratados na forma da lei, com respeito ao devido processo legal, ao contraditório e à ampla defesa.
"A Polícia Civil de Mato Grosso do Sul informa que as possíveis irregularidades relacionadas aos fatos investigados pelo Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco), no âmbito da Operação Infiltrados II, já eram objeto de apuração interna pela Corregedoria-Geral da instituição há aproximadamente quatro meses, por meio de Inquérito Policial e Procedimento Administrativo Disciplinar (PAD).
Desde o início das apurações, foram adotadas medidas administrativas e correcionais, incluindo adequações de procedimentos operacionais, remoções de servidores e realização de correição extraordinária na unidade policial, com o objetivo de identificar eventuais irregularidades, apurar responsabilidades e fortalecer os mecanismos de controle interno.
Nesta quinta-feira (5), a Corregedoria-Geral acompanhou o cumprimento das medidas judiciais de prisão preventiva e de busca e apreensão realizadas pelo Gaeco, no âmbito da operação, reafirmando a cooperação institucional com os órgãos responsáveis pela investigação.
As apurações internas terão continuidade, com a adoção de todas as medidas administrativas e disciplinares cabíveis, sem prejuízo da colaboração com as autoridades competentes para o completo esclarecimento dos fatos.
A Polícia Civil considera inadmissível qualquer utilização da função pública, da estrutura policial ou dos instrumentos destinados ao combate à criminalidade para a prática de ilícitos. A instituição reafirma seu compromisso com a legalidade, a integridade institucional e a transparência, assegurando que eventuais desvios de conduta serão rigorosamente apurados e tratados na forma da lei, com respeito ao devido processo legal, ao contraditório e à ampla defesa."
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