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Jornalista egípcia é condenada a 3 anos de prisão por apoiar mães solteiras

Doaa simulou uma gravidez e falou sobre a possibilidade das mulheres serem mães solteiras

08 novembro 2017 - 18h11Da redação com El Mundo

A apresentaadora de televisão, Doaa Salah, foi condenada a três anos de prisão por se posicionar a favor das mães criarem seus filhos sozinhas, ou seja, mães solteiras. A jornalista foi acusada pela justiça Egípeca por incitar a devassidão em seu programa que foi exibido no ano passado no canal privado da Al Nahar. 

De acordo com o site El Mundo, Doaa, uma conhecido apresentador do canal, abordou a realidade das mulheres que optam por criarem e educarem seus filhos fora da convencionalidade do casamento. A união de mídia, do Egito, concordou em suspender o espaço por três meses por transgredir "princípios profissionais e morais" e "espalhar ideologias e pensamentos que interferem na sociedade egípcia e ameaçam a família". 

No programam, que interrompeu sua carreira, Doaa simulou uma gravidez e falou sobre a possibilidade das mulheres serem mães solteiras através de um acordo econômico com o pai da criança. Ela também detalhou a doação de esperma, uma prática proibida na terra dos faraós. O tribunal de contravenção do distrito de Heliópolis do Cairo impôs, além da pena de prisão, multa de 10.000 libras egípcias (cerca de 486 euros). 

Em agosto, a união de mídia também, temporariamente, cancelou o espaço de outra apresentadora, Riham Said, em Al Nahar por entrevistar uma mulher casada e seu amante para contar uma história de infidelidade com detalhes.

Conforme a agência, a jornalista divulgou um "comportamento desviante" e violou o código ético. No mês passado, o conselho supremo para a regulamentação dos meios de comunicação, um organismo criado por Al Sisi para reprimir as últimas reduções da liberdade de imprensa, proibiu "qualquer ato de simpatia ou promoção da comunidade homossexual" na mídia.

Em nota a entidade governamental, a homossexualidade é uma "doença vergonhosa" que só pode aparecer na televisão quando para mostrar o arrependimento das pessoas de que a homossexualidade é um comportamento inaceitável. Desde maio, o Cairo bloqueou o acesso a 431 sites, incluindo uma extensa lista de mídia local e internacional sem fornecer explicações públicas.

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