Um boletim do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) revelou que o fenômeno El Niño, conhecido pelo aquecimento anormal das águas do Pacífico equatorial, chegou ao fim, mas aponta que existe uma possível formação do La Niña ainda no segundo semestre deste ano.
Segundo o documento, o El Niño teve como efeitos um aumento da seca nas regiões Norte e Nordeste e da chuva na Região Sul, com os principais efeitos sendo as enchentes que atingiram o Rio Grande do Sul em setembro e novembro do ano passado e em maio deste ano.
“O atual padrão observado das condições de temperatura da superfície do mar do Oceano Pacífico indica valores próximos da média climática, ou seja, descaracteriza o El Niño e sinaliza condições de neutralidade”, detalhou o documento.
O boletim, feito em parceria do Inmet com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), a Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) e o Centro Nacional de Gerenciamento de Riscos e Desastre (Cenad), aponta que as condições de neutralidade não devem durar muito.
Projeções estendidas do Instituto Internacional de Pesquisa sobre Clima e Sociedade, da NOAA (Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos EUA), existe uma possibilidade de 69% da formação do La Niña até setembro deste ano.
No Brasil, os efeitos desse fenômeno são tendências de chuvas acima da média em áreas das regiões Norte e Nordeste, e abaixo da média nas regiões Centro-Oeste, Sudeste e Sul.
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