Campo Grande fechou o ano de 2025 com a sexta cesta básica mais cara do país, com um valor de R$ 775,90, mesmo com uma redução de -0,47% no mês de dezembro, segundo o Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos).
A capital sul-mato-grossense só fica atrás de Porto Alegre, Cuiabá, Rio de Janeiro, Florianópolis e São Paulo - esta sendo a mais cara, custando R$ 845,95.
Entre novembro e dezembro de 2025, seis dos 13 produtos que compõem a cesta básica tiveram diminuição nos preços médios: tomate (-12,54%), açúcar cristal (-5,32%), leite integral (-3,04%), arroz agulhinha (-2,68%), óleo de soja (-2,07%) e farinha de trigo (-0,86%). Sete itens apresentaram alta: batata (10,87%), feijão-carioca (1,19%), banana (1,13%), manteiga (1,03%), café em pó (0,84%), pão francês (0,73%) e carne bovina de primeira (0,04%).
Nos últimos 12 meses, entre dezembro de 2024 e dezembro de 2025, foram registradas elevações em sete dos 13 produtos: café em pó (41,06%), tomate (8,40%), farinha de trigo (7,67%), pão francês (4,34%), óleo de soja (4,15%), banana (3,80%) e carne bovina de primeira (1,48%). Apresentaram diminuição de preços: arroz agulhinha (-38,46%), batata (-20,00%), açúcar cristal (-13,80%), feijão-carioca (-8,13%), leite integral (-4,49%) e manteiga (-3,42%).
Em dezembro de 2025, o trabalhador de Campo Grande, remunerado pelo salário mínimo de R$ 1.518,00, precisou trabalhar 112 horas e 27 minutos para adquirir a cesta básica. Em novembro de 2025, o tempo de trabalho necessário havia sido de 112 horas e 59 minutos. Em dezembro de 2024, quando o salário mínimo era de R$ 1.412,00, o tempo de trabalho necessário era de 120 horas e 02 minutos.
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Cesta básica segue cara em Campo Grande (Marcelo Pereira / FOTOKA )


