O Indicador Ipea Mensal de Consumo Aparente de Bens Industriais registrou queda de 8,3% em maio, na comparação com abril. Frente a maio de 2017, o indicador recuou de 6,4%. De acordo com o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), o resultado pode ser explicado, em grande parte, “pelo efeito negativo da recente paralisação dos caminhoneiros sobre o nível de produção doméstica”.
O estudo foi divulgado nesta quinta-feira (19) pelo Ipea e está disponível no blog Carta de Conjuntura.
Para o Ipea, os números não são tão bons quanto os esperados, mas a greve agravou bastante o cenário e teve impacto mais forte no mês de maio. A tendência, entretanto, é de normalização do indicador.
O resultado de maio, na comparação com o mesmo mês do ano passado, foi similar à queda ocorrida na produção industrial em igual período (6,7%), revela a Pesquisa Industrial Mensal de Produção Física, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Tomando por base o resultado acumulado em 12 meses, a demanda por bens industriais segue registrando ritmo de crescimento mais intenso (3,9%) que o apresentado pela produção interna (2,9%).
A queda registrada em maio foi generalizada entre as grandes categorias econômicas. Os destaques negativos ficaram por conta dos segmentos “bens de capital” e “bens de consumo duráveis”: quedas de 14,6% e 22,6%, respectivamente.
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