Pela primeira vez na história, o dólar bateu R$ 6, com a marca histórica sendo atingida em reação do mercado ao aumento da isenção do Imposto de Renda (IR) para quem ganha até R$ 5 mil e ao pacote de contenção de gastos do governo federal.
Essa alta ocorre um dia após outro recorde, quando a moeda atingiu a cotação de R$ 5,913, o maior valor nominal desde 1994, quando o real começou a circular. Antes disso, o recorde havia sido de R$ 5,905 em 13 de maio de 2020, durante a pandemia da Covid.
A máxima de hoje foi renovada às 13h20, com a moeda sendo cotada a R$ 6,002, com a disparada desacelerando logo em sequência. Às 14h17, a alta era de 1,22%, com o dólar cotado a R$ 5,985.
Na noite da quarta-feira (27), o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, comunicou as medidas de ajuste fiscal do governo, dentre elas o aumento da isenção da tabela do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF) para quem ganha até R$ 5 mil e a projeção que o pacote de contenção de gastos terá impacto de R$ 70 bilhões nas contas públicas até 2026.
Acompanhe em tempo real todas as notícias do Portal, clique aqui e acesse o canal do JD1 Notícias no WhatsApp e fique por dentro dos acontecimentos também pelo nosso grupo, acesse o convite.
Tenha em seu celular o aplicativo do JD1 no iOS ou Android.
Reportar ErroDeixe seu Comentário
Leia Também

Trump anuncia tarifas recíprocas, e produtos importados do Brasil são taxados em 10%

Preço do litro do etanol mantém variação de até 15%

Confiança dos empresários da Capital está na zona negativa

Declaração pré-preenchida completa do IR está disponível

Pé-de-meia: nascidos em março e abril recebem hoje incentivo matrícula

Diesel fica R$ 0,17 mais barato a partir de abril

Mato Grosso do Sul registra saldo recorde de empregos formais em fevereiro de 2025

Receita paga lote da malha fina do Imposto de Renda nesta segunda

Governo irá investir mais de R$ 180,8 milhões em obras em rodovias e ruas de MS
