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Economia

Se não fossem as medidas de ajuste, MS estaria enfrentando o caos, diz economista

16 maio 2017 - 08h23Assessoria de Imprensa

Os indicadores divulgados pelo Banco Central (BC) nesta segunda-feira (15) apontam os primeiros sinais de retomada do crescimento do País, ainda que de forma lenta, e traz novas perspectivas para o Mato Grosso do Sul. Segundo o BC, o Índice de Atividade Econômica (IBC-Br) registrou crescimento de 1,12% no primeiro trimestre deste ano, comparado com o verificado entre outubro a dezembro de 2016. O mercado tem o IBC-Br como um indicador do Produto Interno Bruto (PIB), que será divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) no início do próximo mês.

Para o economista Thales de Souza Campos, essa projeção do PIB mostra um ligeiro crescimento da economia, mas não significa que estamos saindo da crise. Segundo ele, uma das questões que precisa ser melhorada em nível nacional é o controle dos gastos em todos os poderes, e nesse aspecto o Estado tem cumprido com o seu papel. “Mato Grosso do Sul está no caminho, se não fossem as medidas adotadas estaríamos num caos”, afirma Campos, que é o atual presidente do Conselho Regional de Economia do Estado (Corecon).

Ele se refere aos ajustes promovidos pelo governador Reinaldo Azambuja, seja no planejamento dos gastos desde o início da gestão, como a reforma administrativa que, entre outras medidas, reduziu o número de secretarias de 15 para 10. “Se não conter os gastos, não há PIB que consiga bancar essas despesas”, diz o economista.

O governador vem enfatizando que o governo vem cumprindo com o seu papel, que é induzir o desenvolvimento, atrair investimentos e criar ambientes favoráveis para as empresas se instalarem e se expandirem em Mato Grosso do Sul. “Não é a toa que Mato Grosso do Sul é o único estado do país com índice positivo no PIB em 2015, 2016, enquanto o Brasil todo amarga uma crise severa”, afirmou.

Em entrevista ao Bom Dia MS, da TV Morena, nesta segunda-feira (15.5), o secretário de Estado de Governo e Gestão Estratégica, Eduardo Riedel, destacou que as medidas adotadas pelo governador Reinaldo Azambuja estão criando espaços para o crescimento da economia. Um dos exemplos é o último boletim do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho, que apontou Mato Grosso do Sul como único estado do Brasil a apresentar saldo positivo na geração de emprego. De abril de 2016 a março deste ano, foram criados 1.483 novos postos de trabalho em Mato Grosso do Sul.

“Temos uma economia crescente melhorando. Diminuímos o tamanho do orçamento para o governo e diminuímos o tamanho do governo também. De quinze secretarias passamos para dez, ajustando ao atual momento de crise, mas a economia continua se desenvolvendo e melhorando a cada dia”, disse Eduardo Riedel durante entrevista ao telejornal. O secretário tem enfatizado também, que o governo tem demonstrado que mantém uma gestão administrativa “solida e confiável para atrair mais investidores, gerar emprego e renda e fazer a economia se desenvolver”.

Thales de Souza Campos diz que Mato Grosso do Sul tem as melhores condições para crescer mesmo num cenário de economia ainda em recessão, por ser um grande produtor de alimentos para os países. “O agronegócio está sempre em crescimento mesmo na recessão, pois o mundo precisa se alimentar”, comenta o economista. Para este ano, os bancos trabalham com a perspectiva de crescimento do PIB da ordem de 0,5%. Bem diferente do registrado nos anos anteriores. Em 2015 o PIB brasileiro teve retração de 3,8% e no ano passado, recuo de 3,6%.

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