No JD1 Entrevista desta terça-feira (23), na quarta edição da série "Gestação e Parto Saudável", conversamos com a enfermeira obstétrica Eloína de Matos, sócia da Casa de Parto Florescer, em Campo Grande.
No Brasil, existem mais de 180 casas de parto na rede pública e privada. Segundo o CNES (Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde), o Brasil tem 30 CPN (Centro de Parto Normal) peri-hospitalares. Já em Campo Grande, há duas casas de parto particulares. O único CPN público do estado, que ficava em Sidrolândia, encerrou as atividades no dia 30 de abril de 2023.
O tema abordado foi a assistência à gestante em uma casa de parto, quais os procedimentos, como é o acompanhamento no pré-natal, parto e pós- parto, além dos critérios utilizados pela equipe para saber se a gestante está apta para esse tipo de parto.
Para ela, muitas gestantes produzem adrenalina no parto devido aos medos, a falta de conhecimento e ao ambiente mais hostil de um hospital, e para muitas mulheres, a experiência em Casa de Parto é mais tranquila, pois há um cuidado na preparação integral delas durante todo o processo gestacional.
"O objetivo principal é que a gestante seja atendida de uma forma multidisciplinar, nós incluímos no acompanhamento dela uma consulta com a nutricionista e com a fisioterapeuta pélvica e nós a acompanhamos durante todo o pré-natal. Então criamos vínculo com ela e a família", destaca.
Ao final da entrevista, a fotógrafa Heulym Ribeiro contou a experiência que teve na casa de parto, com o nascimento do segundo filho.
Assista:

EloÃna de Matos, enfermeira obstétrica e sócia da Casa de Parto Florescer, em Campo Grande. (Foto: Diego Munhoz/JD1)



