A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) aceitou a denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR) e tornou o senador Sergio Moro (União Brasil-PR) réu por calúnia contra o ministro Gilmar Mendes, do STF.
A denúncia contra o senador paranaense foi apresentada pela PGR após um vídeo viralizar, onde Moro aparece, durante um evento social, falando que iria “comprar um habeas corpus” de Mendes.
A defesa de Moro chegou a pedir a rejeição da denúncia, alegando que os fatos analisados não constituem crime, afirmando que o vídeo que circula não corresponde com o que ocorreu e é fruto de edição equivocada e maldosa.
Apesar do pedido, a relatora do caso, ministra Cármen Lúcia, entendeu que existem elementos que justificam a abertura de uma ação penal contra o senador. O voto foi seguido pelos ministros Flávio Dino, Cristiano Zanin, Luiz Fux e Alexandre de Moraes.
Agora, o STF irá decidir se Moro é ou não culpado pelo crime de calúnia contra o ministro. A pena ao crime é de seis meses a dois anos de prisão, no entanto, a PGR pediu a perda do mandato do senador.
Acompanhe em tempo real todas as notícias do Portal, clique aqui e acesse o canal do JD1 Notícias no WhatsApp e fique por dentro dos acontecimentos também pelo nosso grupo, acesse o convite.
Tenha em seu celular o aplicativo do JD1 no iOS ou Android.
Deixe seu Comentário
Leia Também

Justiça condena mulher por injúria racial após recurso do MP em Mundo Novo

Investigação apura suspeita de falhas em maternidade responsável por 60% dos partos na Capital

Operação mira agentes da Polícia Civil que blindavam criminosos em delegacias de SP

Corte de gastos de Adriane Lopes compromete acolhimento de menores, aponta juíza

Homem que matou rival a facadas é julgado nesta sexta em Campo Grande

Justiça obriga pai e filho a pagar pensão a família de motoentregador morto em acidente

Homem é condenado por estupro reiterado contra criança por quatro anos em Ladário

Homem é condenado a mais de 17 anos de prisão por estupro contra criança em Corumbá

Ministro André Mendonça dá 'ralo' na PGR após órgão ignorar urgência na prisão de Vorcaro






