O ex-presidente da Síria, Bashar al Assad, negou nesta segunda-feira (16) que tenha fugido da Síria e afirmou que planejou sua partida, além de chamar os novos líderes do país de "terroristas".
Assad saiu do país há pouco mais de uma semana, após uma ofensiva do movimento islamista Hayat Tahrir al Sham (HTS) tomar Damasco e por fim há mais de 50 anos de regime.
Em um comunicado, divulgado em inglês no Telegram, Assad afirma que a saída do país não foi planejada e nem aconteceu nas últimas horas do confronto entre os rebeldes as forças do regime.
"Minha saída da Síria não foi planejada, nem aconteceu nas últimas horas da batalha, ao contrário do que dizem certas alegações", afirmou o presidente deposto.
"Pelo contrário, eu fiquei em Damasco, cumprindo meu dever até a madrugada" de domingo (8), detalhou.
Assad contou que com o avança das forças rebeldes em direção da capital, Damasco, se deslocou para Latakia, na costa do Mediterrâneo, "em coordenação" com a Rússia, que apoia o regime, para "supervisionar as operações de combate".
"Moscou pediu [...] uma evacuação imediata para a Rússia na noite de domingo", contou.
Segundo ele, o país se encontra "nas mãos dos terroristas".
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