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Política

Rota Bioceânica está prestes a ser concretizada, diz Rose Modesto

O tratado assinado em Itaipu na sexta-feira rompe a última barreira para a construção da ponte que liga o Brasil ao Paraguai

21 dezembro 2018 - 17h56Da redação com assessoria

Mato Grosso do Sul terá acesso rodoviário ao Oceano Pacífico com a construção de ponte sobre o Rio Paraguai ligando Porto Murtinho a Carmelo Peralta, no Paraguai. A rota terrestre é a obra que faltava para a implantação do Corredor Bioceânico, que permitirá escoar a produção do estado num trajeto oito mil quilômetros menor que o atual.

A autorização para a obra foi dada com a assinatura de declaração conjunta dos dois países, assinada pelo presidente Michel Temer e Márcio Abdo, do Paraguai, em cerimônia realizada no final da tarde de sexta-feira (21), na Usina Itaipu, em Foz do Iguaçu (PR). A vice-governadora Rose Modesto representou o Governo de Mato Grosso do Sul na solenidade.

Rose falou que a obra é de suma importância para MS. “Com a assinatura desse tratado rompemos a última barreira para concretização da Rota Bioceânica. Essa é uma grande conquista e irá nos tornar ainda mais competitivos. Exportar nossos produtos por um caminho mais curto pode trazer melhoria a toda a cadeia produtiva”, avaliou. Para a vice-governadora, também haverá ganhos sociais. “A integração sul-americana abre um novo leque de oportunidades sociais e de troca de experiências entre os povos”, completou.

Na semana passada, o ministro da Secretaria de Governo, Carlos Marun, esteve em Campo Grande, onde confirmou sobre o investimento de R$ 70 milhões para a construção da ponte. Marun afirmou que em sua gestão trabalhou para o bom andamento das tratativas. “Nós tivemos um grande avanço, primeiramente com a aprovação pela diretoria e pelo conselho de Itaipu, e isso foi importante, pois, sem a aprovação do conselho de Itaipu, mesmo com a decisão dos presidentes, isso não poderia se viabilizar”. 

Além da ponte sobre o Rio Paraguai, em Porto Murtinho, outra travessia será erguida no Rio Paraná, em Foz do Iguaçu. Elas serão custeadas pelos dois países por meio da Itaipu Binacional. O custo estimado da obra é de R$ 1 bilhão e a construção deverá ser concluída em até três anos.

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