Entrevista"Ajudarei qualquer governador se for eleito", garante Odilon JúniorO candidato manifestou interesse em compor a comissão de Justiça da Câmara Federal
Da redaçãoterça, 25 de setembro de 2018 - 15:52

A insatisfação da população com a classe política foi o que impulsionou o vereador Odilon Júnior (PDT), a colocar seu nome à disposição para concorrer uma das vagas, em 2016, na Câmara Municipal de Campo Grande.

Em entrevista ao JD1 Notícias, Odilon que agora disputa uma vaga na Câmara Federal, afirmou que pensou bem antes de decidir deixar seu mandato de vereador “pela metade”. “Confesso que fiquei frustrado com o trabalho de vereador pelo alcance pequeno. A legitimidade é muito pequena.”, relatou ao considerar que "dá pra ser mais aproveitado e ter mais resultado, sendo deputado”.

Se eleito, Odilon Júnior disse que tem interesse em participar da comissão de justiça, pela sua formação. “Também posso participar da comissão de previdência social, de serviços públicos”, afirmou ao adiantar que quer sugerir uma comissão para a revogação de “leis que geram burocracia inútil”.

Filho de um dos candidatos a governador de Mato Grosso do Sul, Odilon Junior afirmou que nunca foi de fugir de responsabilidades e, por ser parlamentar de primeiro mandato e se seu pai for eleito governador, garantiu que está disposto a ser o porta voz do Juiz Odilon, na Câmara Federal. “Sou o maior interessado que o governo do meu pai seja bem. Então, não vou medir esforços para isso.”, disse. Indagado qual seria sua posição, se seu pai perder a eleição, o vereador e candidato a deputado federal foi enfático. "Ajudarei qualquer governador como deputado!”, disparou. Para ele o mandato não é de grupos, "mas de Mato Grosso do Sul".

Odilon Júnior finalizou a entrevista com uma breve análise da gestão do prefeito Marquinhos Trad. Odilon considerou que o atual prefeito “pegou um executivo com grandes dificuldades”. “Os primeiros dois anos eu vi que ele tem arrumado a casa. Nós enfrentamos assuntos delicados juntos.”, relatou o vereador ao citar como exemplo, a taxa do lixo, que, para ele, “foi uma situação que não deu certo às expectativas”. “Ele terá mais dois anos pra mostrar que veio”, concluiu.

 

 

 

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