O Indicador de Incerteza da Economia, medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), cresceu 1,8 ponto entre abril e maio de 2018, para 115 pontos. O indicador tem uma escala de 0 a 200 pontos, em que resultados acima de 110 pontos indicam incerteza elevada na situação econômica.
Segundo a FGV, o aumento da incerteza tem várias razões, entre elas o aumento do preço do petróleo, as tensões comerciais entre os Estados Unidos (EUA), e a China, a expectativa de aumento da inflação, os juros americanos e a proximidade das eleições presidenciais brasileiras.
A alta foi puxada por dois dos três componentes. O maior crescimento foi observado no componente Mercado, calculado com base na volatilidade do mercado acionário, medido pelo Ibovespa, que subiu 6,7 pontos.
O componente Expectativa, construído a partir das dispersões das previsões de especialistas para a taxa de câmbio e para a inflação oficial (IPCA), cresceu 3,9 pontos.
O componente Mídia, baseado na frequência de notícias com menção à incerteza nas mídias impressa e online, manteve a mesma pontuação em relação a maio.
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