O secretário especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, Rogério Marinho, disse nesta terça-feira (30) estar ansioso para ouvir alternativas à proposta para a nova Previdência Social e propôs que os debates sobre o tema sejam feitos de forma técnica.
No seminário "Desafios para a Previdência e a Proteção Social no Brasil", promovido pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), o secretário disse “espero que a política, por mais importante que seja, e as paixões sejam sobrepostas pelo debate técnico. Os opositores já foram governo e sabem da necessidade de reestruturação. Chegou à hora de a oposição mostrar qual é o seu projeto”, e acrescentou “estamos ansiosos para escutar qual é a alternativa a ser apresentada por aqueles que se colocam contra”.
Marinho reitera sua posição a favor do projeto, que prevê uma economia de R$ 1,236 trilhão ao longo de 10 anos. Segundo ele, o projeto apresentado combate às fraudes, cobra de quem deve à Previdência e está focado em uma lei de responsabilidade voltada aos municípios. “Temos a responsabilidade de enfrentar esse problema e de não varrê-lo para debaixo do tapete. Quem tem mais paga mais. Quem tem menos paga menos. Mas todos pagam”, destaca o secretário.
O secretário ainda elogia a forma que a questão tem sido tratada por parte do Parlamento “Tenho sentido um clima muito propositivo no Congresso Nacional, ao contrário do que ocorria em outras épocas”.
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"Estamos ansiosos para escutar qual é a alternativa a ser apresentada por aqueles que se colocam contra”, diz o secretário (José Cruz)



