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Economia

Saque das contas inativas do FGTS tem impacto no PIB

Os trabalhadores diminuíram suas dívidas e conseguiram consumir mais, apontam pesquisas

14 agosto 2017 - 09h24Da redação com assessoria

Com a liberação dos saques das contas inativas do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) houve redução da inadimplência, diminuição do endividamento e do comprometimento de renda, além de aumento da confiança do consumidor e do comércio. É o que aponta um estudo realizado pelo Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão.

O volume de saques do FGTS superou as expectativas iniciais do governo, com a liberação de 88% do valor potencial reajustado para R$ 49,9 bilhões. A medida, que liberou R$ 44 bilhões na economia e beneficiou 26 milhões de trabalhadores, vem gerando um impacto positivo sobre o PIB, que pode alcançar 0,61 p.p.

Os trabalhadores diminuíram suas dívidas e conseguiram consumir mais. Pesquisas, como do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), verificaram que muitas famílias usaram os recursos sacados do FGTS para pagarem suas dívidas, saírem da inadimplência e voltarem a consumir.

O reflexo no consumo foi verificado por indicadores do comércio varejista, como o volume de vendas de supermercados da Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS), o volume de vendas de celulares da Associação Brasileira da Indústria de Eletroeletrônicos (ABINEE) e o licenciamento de veículos (FENABRAVE).

“O importante é que essa medida beneficiou milhões de trabalhadores, permitindo-os acessar um recurso que, na verdade, é dele e usar livremente conforme sua decisão”, disse o secretário de Planejamento e Assuntos Econômicos do ministério do Planejamento, Marcos Ferrari. “O que vimos é que esses recursos ajudaram a reduzir o grau de endividamento das famílias e, ao mesmo tempo, contribuir com a melhoria do nível de atividade, principalmente via comércio, conforme apontam vários indicadores,” disse.

A Medida Provisória nº 763 foi editada em dezembro do ano passado e foi uma das medidas anunciadas para estimular o crescimento da economia. Em maio de 2017, ela foi convertida na Lei nº 13.446/2017.

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