O biólogo norte-americano James Dewey Watson, um dos cientistas mais influentes do século 20, morreu aos 97 anos, na última quinta-feira (6 de outubro), em East Northport, Nova York, após complicações de saúde. A informação foi confirmada por seu filho, Duncan James Watson.
Watson ficou mundialmente conhecido por ter sido coautor da descoberta da estrutura em dupla hélice do DNA, feita em 1953 ao lado do britânico Francis Crick. A revelação revolucionou o campo da biologia molecular e transformou o entendimento sobre a hereditariedade e a transmissão genética, rendendo à dupla o Prêmio Nobel de Medicina em 1962.
Além dessa conquista histórica, Watson também desempenhou um papel importante nos primeiros estágios do Projeto Genoma Humano, iniciativa que permitiu mapear todos os genes do corpo humano e abriu caminho para avanços na medicina personalizada.
Apesar de seu papel central na ciência moderna, a trajetória de Watson foi marcada por declarações racistas e opiniões controversas, que o levaram a perder cargos e reconhecimentos ao longo dos últimos anos.
Apesar disso, James D. Watson deixa um legado incontornável para a biologia, tendo ajudado a desvendar o código fundamental da vida e inspirado gerações de cientistas a compreender mais profundamente a natureza humana.
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James D. Watson deixa um legado incontornável para a biologia (Foto: Reprodução)



