Negando a participação no assassinato de Marcel Costa Hernandez Colombo, conhecido como "Playboy da Mansão", o réu Marcelo Rios optou por manter o silêncio parcial durante o julgamento, respondendo apenas perguntas dos advogados de defesa e dos jurados.
Rios foi o segundo a ser ouvido durante a tarde desta terça-feira (17), pelo juiz Aluízio Pereira dos Santos, da 2ª Vara do Tribunal do Júri de Campo Grande.
“Não participei da morte do Marcel. Eu não precisava passar por nenhum constrangimento no Garras (Delegacia Especializada de Repressão a Roubo a Banco e Resgate a Assaltos e Sequestros) com meus filhos. O que eu fiz eu confessei, mas a morte do ‘Playboy’ não tenho relação”, alegou o réu.
Ao ser questionado sobre sua ‘amizade’ com Juanil Miranda Lima, acusado de efetuar os disparos contra a vítima, que está foragido e seu processo foi desmembrado, Rios declarou que o ‘início do seu martírio começou ali’. “Antes eu trabalhava, estava tudo certo. o Juanil trabalhava nos estacionamentos em frente a exposição na Acrisul, e foi assim que nos conhecemos. Ele me ofereceu R$ 2 mil pra guardar armas para ele. Eu tinha a chave da casa do Jamilzinho que ninguém ocupava, eu cuidava da casa, e aí foi lá que eu guardei as armas pro Juanil, por R$ 2 mil. E hoje eu estou aqui por isso, por essa besteira, por R$ 2 mil”, explicou.
Em continuação, ele alegou não ter mais convivência com Juanil na época do crime. Por conta disso, não teria como ter envolvimento no assassinato de Marcel.
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"O que eu fiz eu confessei", disse o réu ao Tribunal do Júri onde o caso está sendo julgado em Campo Grande (Foto: Brenda Leitte)


