Nesta terça-feira (17), o julgamento de Jamil Name Filho, apontado como chefe de uma milícia armada pelo Ministério Público de Mato Grosso do Sul, continua no Tribunal do Júri de Campo Grande. Ele é acusado de ser o mandante do assassinato de Marcel Costa Hernandes Colombo, conhecido como "Playboy da Mansão". Jamil Name Filho, de 47 anos, participa da sessão de forma remota, diretamente da Penitenciária Federal de Mossoró, onde está preso. Este é o segundo dia do júri, que pode se estender até sexta-feira (20).
Além de Jamilzinho, outros três réus estão sendo julgados pela morte de Marcel Colombo: Marcelo Rios, ex-guarda municipal, Everaldo Monteiro de Assis, policial federal, e Rafael Antunes Vieira, também ex-guarda municipal. Marcelo Rios e Everaldo Monteiro estão em liberdade, enquanto Rafael Antunes cumpre regime aberto com uso de tornozeleira eletrônica. Um quinto envolvido no caso, Juanil Miranda Lima, acusado de ser o autor dos disparos, está foragido, e seu processo foi separado dos demais.
O julgamento segue com a apresentação da última testemunha de defesa de Jamilzinho, Rodrigo Ferzeli, a partir das 8h. Na sequência, será a vez da defesa de Marcelo Rios, representada pelas advogadas Eliane Banitez Batalha dos Santos e Ângela Freitas. Já a defesa de Everaldo Monteiro será apresentada à tarde, a partir das 13h30.
O Ministério Público é representado pelos promotores Douglas Oldegardo Cavalheiro dos Santos, Gerson Eduardo de Araújo, Moisés Casarotto e Luciana do Amaral Rabelo. A defesa de Rafael Antunes Vieira é feita pelo advogado Yahn de Assis Sortica. O juiz Aluízio Pereira dos Santos, da 2ª Vara do Tribunal do Júri, preside a sessão.
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Jamilzinho pelo sistema remoto, Marcelo Rios (de rosa) e Rafael Antunes Vieira - (Fotos: Brenda Assis/JD1 Notícias)



