O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) arquivou um pedido do partido Novo, que pedia a investigação de juízes auxiliares ligados ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), no caso dos relatórioas do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) encomendados através do WhatsApp.
No pedido, a sigla solicita a instauração de um processo administrativo disciplinar e a aplicação de punições severas aos desembargadores Airton Vieira e Marco Antônio Martin Vargas, do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (TJSP), devido à atuação como juiz instrutor no gabinete de Moraes e de juiz auxiliar da presidência do TSE, respectivamente.
O pedido se baseia nas reportagens da Folha de S. Paulo que revelaram conversas de WhatsApp de auxiliares de Moraes que encomendam relatórios do TSE, que embasaram investigações e decisões do STF, de maneira informal pelo WhatsApp.
Segundo as reportagens, os relatórios eram enviados ao STF como se tivessem sido confeccionados de forma espontânea, sendo que, supostamente, Moraes é quem estaria por trás.
O corregedor do Nacional de Justiça, Luiz Felipe Salomão, que arquivou o pedido de investigação, apontou que não existem indícios mínimos de infração às normas da magistratura nos trechos divulgados pela reportagem.
“Os fatos, tais como apresentados encontram-se destituídos de elementos mínimos aptos à verificação de eventual infração disciplinar por magistrado, situação que impossibilita a intervenção da Corregedoria Nacional de Justiça”, disse o corregedor.
Acompanhe em tempo real todas as notícias do Portal, clique aqui e acesse o canal do JD1 Notícias no WhatsApp e fique por dentro dos acontecimentos também pelo nosso grupo, acesse o convite.
Tenha em seu celular o aplicativo do JD1 no iOS ou Android.
Reportar ErroDeixe seu Comentário
Leia Também

'Avanço', diz Ministério Público sobre o fornecimento de comida nas UPAs e CRSs

Começa hoje em Campo Grande mutirão do CNJ que garante documentos gratuitos à população

Veja a agenda de atendimento da Justiça Itinerante nesta semana

Promotores pedem júri popular e apontam que Bernal matou servidor por 'vingança'

Caso de maus-tratos contra criança termina com prisão de mãe em Dourados

Condenado por atacar ex-governador, Tiago Vargas vai usar tornozeleira e chora em vídeo

Justiça condena homem a 14 anos de prisão por matar padrasto a tiros em Campo Grande

Juiz nega soltar sargento da PMMS envolvido em ocorrência com morte na Capital

Justiça de MS condena empresa a indenizar trabalhadora por assédio moral


Ministro Alexandre de Moraes (Foto: Divulgação/STF)



