O presidente do Tribunal de Contas de Mato Grosso do Sul (TCE-MS), Jerson Domingos, quer que a ação penal da Operação Omertà contra ele permaneça em Mato Grosso do Sul e não seja encaminhada para o Superior Tribunal de Justiça (STJ).
Em entrevista ao JD1 Notícias, Jerson Domingos se mostrou confiante em sua inocência e disse que não vai procurar 'prescrição' e quer um julgamento em definitivo. "Como presidente de uma corte em cargo de relevância, quero ser julgado em definitivo em nome de uma satisfação à sociedade. Tenho argumentos sólidos para ser julgado no Estado", destacou.
A defesa do conselheiro argumenta na Justiça Estadual que o processo deve permanecer em Mato Grosso do Sul, citando a competência do juiz de primeira instância para decidir o caso.
Por outro lado, os promotores do Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS) defendem o desmembramento do processo e o envio para análise do STJ. O pedido da defesa e suas alegações estão sendo analisados atualmente pela 1ª Vara Criminal.
Acusação - Jerson é acusado de fazer parte do "Núcleo 2" de uma organização criminosa liderada por Jamil Name. Atuando como deputado estadual na época dos fatos, Domingos teria influência sobre Jamil Name e participava das decisões importantes da organização.
JD1 No Celular
Acompanhe em tempo real todas as notícias do Portal, clique aqui e acesse o canal do JD1 Notícias no WhatsApp e fique por dentro dos acontecimentos também pelo nosso grupo, acesse o convite.
Tenha em seu celular o aplicativo do JD1 no iOS ou Android.
Reportar Erro
Deixe seu Comentário
Leia Também

Músico que bateu na namorada com bebê no colo é solto novamente pela Justiça

TJMS aplica multa à construtora por atraso na obra do Fórum de Maracaju

Ministério Público investiga demora no atendimento dermatológico na rede pública

STF mantém prisão de Rúbia, acusada de participação no esquartejamento do ex

Chiquinho Brazão, acusado de ser mandante da morte de Marielle, pede prisão domiciliar

Motorista é condenado a 9 anos de prisão por morte em racha na Capital

MPF cobra gestão responsável e correta movimentação do Fundeb em Ladário

Reforma do muro da sede do MPMS em Campo Grande custará R$ 1,59 milhão

Juiz condena ex-vereadores e empresários por 'esquemão' que cassou Bernal
