O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, nesta sexta-feira (12), por manter a prisão de cinco investigados na quarta fase da Operação Última Milha, deflagrada nesta quinta-feira (11) e que apura o caso onde a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) foi usada como ferramenta para favorecer os filhos do ex-presidente Jair Bolsonaro e monitorar ilegalmente ministros do STF e políticos opositores.
Com a decisão, Mateus de Carvalho Sposito, ex-funcionário da Secretaria de Comunicação da Presidência da República, o empresário Richards Dyer Pozzer, o influencer digital Rogério Beraldo de Almeida, o policial federal Marcelo Araújo Bormevet, e o militar do Exército Giancarlo Gomes Rodrigues continuam presos.
Investigação da Polícia Federal (PF) apontou que os cinco acusados participaram do trabalho de monitoramento ilegal, realizado com conhecimento do ex-diretor da Abin e atual deputado federal Alexandre Ramagem (PL-RJ).
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