‘Seu Thomaz das esfihas’, conhecido e querido por toda Campo Grande está também agora nos livros. O exemplar “José Thomaz: um visionário libanês em Campo Grande” vai contar a história dele aqui na capital sul-mato-grossense.
Escrito pelas pesquisadoras Elaine Cristina Paganotti e Maíra Nunes Farias, em parceria com a professora Maria Augusta de Castilho, a obra será lançada hoje (16), às 19h30, no Espaço Joseph.
José Thomaz Filho, um dos seis filhos do fundador e responsável por gerenciar os negócios da família, conversou com a reportagem do JD1 Notícias sobre o lançamento do livro. “Falar de Campo Grande é falar dessas famílias, dos árabes que ajudaram a formar a cultura árabe na Capital. Estamos inseridos nesse contexto”, revela Zezo, como é conhecido.
Zezo contou à reportagem do JD1 que a ideia surgiu das pesquisadoras, autoras do livro, durante uma pesquisa para tese de doutorado. “Elas vieram conversam com a gente e gostaram da história. Foi quando surgiu à ideia do livro, lá em 2018, e agora, como eu gosto de dizer, a coroação”.
Além disso, o filho do ‘rei das esfihas’ comentou a expectativa do livro. “É poder proporcionar e compartilhas com as pessoas todo esse processo, de 43 anos. É o legado do meu pai. É um pouquinho para todos aqueles que passam ou já passaram conseguir entender essa relação que temos com os clientes”, declarou Thomaz Filho.
Para os filhos, ter a história do pai eternizada em um livro foi um momento de muita emoção. “Para a gente foi uma alegria e foi extremamente gratificante, porque o livro é uma coisa que fica para a eternidade. Toda a família deu sua contribuição, combinamos lembranças, relembramos fatos, histórias interessantes. Na verdade foi um presente que acabou virando uma obra muito legal para quem tiver oportunidade de ler”, resume Zezo.
Serviço –
Lançamento do livro será nesta quinta-feira, 16 de setembro, às 19h30 no Espaço Joseph, na Rua Sete de Setembro, 805, com todos os protocolos de biossegurança.
História –
O libanês José Thomaz chegou a Campo Grande em 1934 e no dia 26 de maio de 1978 abriu as portas de uma lanchonete na Rua Sete de Setembro para servir esfihas e receitas tradicionais de família. Estabelecimento é verdadeiro patrimônio da Capital.
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